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Frei Betto: Eu me descobri escritor graças as lições de casa

Um dos momentos mais marcantes da minha vida escolar - e da minha infância - tem a ver com a lição de casa. Eu tinha 8 anos de idade e minha professora, dona Dercy Passos, entrou na classe com um maço de redações que havíamos feito como tarefa doméstica. Começou a analisar em voz alta uma por uma, listar os erros e problemas... Os alunos atentos e eu pouco aflito que nunca chegava a minha. Fui o último a ouvir os comentários sobre minha composição, que recebeu elogios. Todos deviam fazer como o Carlos Alberto, que não pede aos pais para escrever o trabalho no lugar dele, disse ela. Foi quando me descobri escritor.

Volta e meia esse episódio me vem à mente, e olha que já estou no 54º livro, que acabo de entregar para a editora - um deles, chamado "Alfabetto", foi minha autobiografia escolar, do jardim de infância à universidade. Jamais me passava pela cabeça que os pais de alguém fizessem o dever no lugar do aluno. Depois desse episódio, então, é que me dediquei ainda mais às redações. Naquela época chamávamos de composições, razão pela qual comecei a me sentir meio como um músico, ou seja, um compositor quando me sento para escrever.

Era muito caprichoso no dever de casa. Nos meus tempos de estudante, a tarefa tinha de ser bastante apresentável, com bom aspecto, ainda que no meu caso o conteúdo às vezes fosse falho. É que, descobri apenas adulto, sou uma pessoa monotemática: se me interesso por uma disciplina, vou fundo nela. Dependia do ano, do meu interesse e da capacidade pedagógica do professor em me cativar.

A lição de casa serviu para eu descobrir também o meu lado pesquisador. Sem a disciplina que adquiri graças a ela, teria sido difícil escrever alguns livros que exigiram muito estudo, como "Minas de Ouro", que saiu em 2011 após treze anos de estudo sobre a história de Minas Gerais, meu estado natal.

O dever de casa facilita algo fundamental na nossa formação que é a síntese cognitiva, elencar as informações. Lembro que minha mãe sempre obrigava meu irmão e eu a lermos muito. A gente esparramava um monte de enciclopédias e dicionários na mesa da sala de jantar... Era um momento especial, que acho que todo mundo devia cultivar com os filhos. Não pode ser algo tolerado, com um olho no dever da criança e outro na televisão. Para o filho tem de ser um dever, para o pai ter de ser um prazer.

“Considero que o é como um "pedacinho do céu", onde professores e alunos se interagem no dia a dia.
É um lugar alegre e sério comandado com muita responsabilidade.”

Shimako Kawazoi mãe de Vitória

“Educação é o processo contínuo de desenvolvimento das faculdades físicas, intelectuais e morais do ser humano, a fim de melhor se integrar na sociedade ou no seu próprio grupo.”

A descrição acima sobre educação fala por si só sobre a política de ensino desenvolvida pelo Colégio Milênium, pois, meu filho Caio Cavalcante dos Santos e minha enteada Julia Cerqueira dos Santos reúnem hoje pleno desenvolvimento físico, intelectual e moral.

Esse desenvolvimento só foi possível devido ao enorme empenho e carinho da equipe do Colégio Milênium, que a todo momento se preocupa não só com o conteúdo programático, mas sim em formar seres humanos melhores e capazes, pois, não adianta ter a capacidade intelectual perfeita se o objetivo final não for termos um mundo melhor e mais justo.

Agradecemos a toda equipe do a dedicação e carinho dedicadas aos nossos filhos.

Um grande abraço à todos muito carinhoso.

Claudia e Junior

“...esse desenvolvimento só foi possível devido ao enorme empenho e carinho da equipe do , que a todo momento se preocupa não só com o conteúdo programático, mas sim em...”

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Claudia e Junior pais de Caio e Júlia
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